¡PAGO DEL BONO SAE Y LA DEUDAHISTÓRICA!
Nuevamente las y los profesores nosvemos obligados a salir a movilizarnos en defensa de nuestraslegítimas demandas, ya que el gobierno ha sepultado la principaldemanda del magisterio, ¡el pago de la deuda histórica!, ademásdel bono SAE; “El gobierno no tiene deudas pendientes con losprofesores” (sic). La dictadura militar nos traspasó defuncionarios públicos a municipales (Ley 3551), y por ende perdimostodos los reajustes salariales que a la fecha, según la Comisión dedeuda histórica, corresponden a más de 9.300 millones de dólares,y del cuál la dirección del Colegio de Profesores y losparlamentarios proponen pagarnos un 10% de ésta, para dar así por“finalizada” la deuda.

Por otro lado, el pago del bono SAE,que durante más de 10 años fue arrebatado por los municipios–bastión de nuestra lucha durante el largo paro del primersemestre— no sería pagado en su segunda cuota, ya que laContraloría emitió un dictamen para dejarlo sin efecto. Pero nadieha hablado de los cientos de profesores que aún se les debe el pagodel primer bono SAE, porque esa misma Contraloría dictaminó quesólo se pagaría a los profesores contratados de planta en ejercicioeste año, es decir, quedaron eliminados del pago todos losprofesores que fueron despedidos, hicieron reemplazos o trabajabanpor horas en los años anteriores. ¡Nadie a dicho nada sobre estainjusticia!
La precarización y mercantilizaciónde la educación pública es responsabilidad de los gobiernos de laConcertación que han administrado los negocios de los capitalistas,aplicando políticas neoliberales que crean una educación para ricosy otra para pobres. ¡El sistema público de educación esta encrisis!, bajo condiciones laborales extremas, todo tipo de violenciay apatía de esta sociedad, reproducida en nuestras aulas, losprofesores desempeñamos nuestra docencia, y aún así nos evalúancomo si fuésemos los responsables de esta educación de mercado y labrecha de clases, y más encima aceptar que no nos reconozcan nuestracarrera docente. En este escenario se hace imprescindible la unidadde todos los trabajadores de la educación, apoderados y estudiantes,por el pago de toda la deuda histórica, contra la municipalizaciónde la educación, fin a las subvenciones a los empresarios de laeducación, contra la LGE que no es más que una LOCE maquillada. Lalucha de las y los profesores sólo triunfará con movilizacióndesde las bases con la más amplia unidad y expresión de lucha,todos y todas a apoyar el paro indefinido. ¡Ningún descuento niamenazas de la ministra de educación nos deben paralizar!
¡Fin a la municipalización de laeducación!
¡No más subvenciones a losempresarios de la educación!
¡Todo el presupuesto militar aeducación!
¡Por una educación estatal única,laica y gratuita!
¡Por un Sindicato Único deTrabajadores de la Educación!
Comunicado No. 31
El Frente Nacional de Resistenciacontra el Golpe de Estado en Honduras, ante los últimos hechos deviolencia acaecidos en el país, que se están usando con finespolíticos por parte de la Dictadura, comunica a la poblaciónhondureña y la comunidad internacional:

1. Condenamos contundentemente losasesinatos y el secuestro de personas sucedidos en la última semanaen circunstancias inciertas, y que vienen a aumentar el clima deviolencia generalizada que vive la sociedad hondureña como productodel golpe de estado perpetrado por la oligarquía el 28 de junio.
2. Denunciamos que estos hechos deviolencia están siendo utilizados por los medios de comunicación alservicio de la Dictadura, para denigrar la Resistencia, mediante unatendenciosa campaña de vinculación que no tiene ningún sustentoprobatorio y que se hace con el único fin de desmeritar la luchapacífica que hemos llevado a cabo durante 123 días continuos.
3. Hacemos ver que mientras losmedios condenan y manipulan los recientes asesinatos y el secuestrode personas cercanas al régimen de facto, no han dicho nada frente alos crímenes realizados contra los miembros de la Resistencia y lapoblación en general y que incluye decenas de asesinatos, golpizas amiles de personas, agresiones sexuales, persecución, apresamientopor razones políticas y otras violaciones de derechos humanos;perpetrados por los organismos de seguridad del Estado.
4. Denunciamos que los miembros dela Conducción del Frente Nacional contra el Golpe de Estado estánbajo permanente acoso de los organismos represivos, y en díasrecientes han recibido amenazas a muerte, que están siendojustificadas como la revancha ante los hechos de violencia de laúltima semana. Mencionamos especialmente el caso de amenazasdirectas e indirectas contra el compañero Juan Barahona.
Responsabilizamos al régimen de factopor cualquier atentado que pueda darse contra los y las dirigentes denuestro Frente.
5. Reiteramos que los métodos delucha que hemos usado y usaremos son no violentos y corresponden auna lucha de masas amplia, pacífica y democrática.
6. Exigimos que la oligarquía ysus representantes detengan todas las maniobras con las que intentanboicotear una posible salida negociada y extender la crisis políticay social que vive nuestro país, lo que tendrá terriblesconsecuencias para el futuro de nuestra población.
“A 123 DÍAS DE LUCHA AQUÍ NADIE SERINDE”
Tegucigalpa, M.D.C. 28 de octubre de2009
PM a serviço das grandes empresas e docapital
Na quinta-feira, 22 de outubro,repetindo o ocorrido com os trabalhadores na Gerdau de São José dosCampos (SP) na quarta-feira, um batalhão da Polícia Militar secolocou na porta da Usina da Gerdau em Pindamonhangaba. Eram mais de50 policiais. Até o helicóptero Águia foi acionado.

Como em São José dos Campos, noprimeiro turno, os trabalhadores votaram por unanimidade pelaparalisação. Eles reivindicam reajuste salarial com aumento real eabono. Já na entrada do segundo turno, a empresa moveu um verdadeiroaparato de guerra, impedido os trabalhadores de descerem dos ônibus.
A Gerdau pertence a um dos maioresgrupos industriais do país. A indústria tem um histórico dedesrespeito à livre organização dos trabalhadores. Até o ComitêMundial, com representantes dos trabalhadores, que geralmente é umgrupo de discussões apenas entre os sindicatos de trabalhadores nogrupo Gerdau, emitiu, esta semana, uma nota de protesto aospresidentes de países onde a empresa atua, reclamando do desrespeitoaos direitos.
Aqui a empresa é uma das maisbeneficiadas pelo BNDES. Na usina de Pindamonhangaba, tem até umaplaca enorme do Banco Federal.
Ausência estranha
Enquanto militantes da Conlutas, queconcorre às eleições para a diretoria do Sindicato dosMetalúrgicos de Pindamonhangaba e Região pela chapa 4, e o diretordo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região,Renato Bento, manifestaram seu apoio à luta dos trabalhadores,poucos foram os militantes da CUT que apareceram pela manhã. Àtarde, nenhum estava presente.
Independentemente de o sindicato serdirigido hoje pela Força Sindical, a unidade dos trabalhadores paralutar e conquistar um bom aumento com abono é dever de todos os quese dizem lutadores. A CUT vinha defendendo o acordo rebaixado deTaubaté em Pindamonhangaba. Nesta greve, os companheirossimplesmente sumiram.
Renato Lobato, do Vale do Paraíba (SP), tomado do site da Conlutas.
O Seminário Nacional de Reorganizaçãodo Movimento será neste final de semana (1 e 2 de novembro) em SãoPaulo. A atividade ocorre depois da realização de vinte e cincoseminários regionais, em dezoito Estados e mais o Distrito Federal,em todas as regiões do país, reunindo cerca de 2.000 ativistas.

Conjuntura política e econômica bemcomo estratégia, princípios e concepções de um novo instrumentoque possa unificar os trabalhadores em suas lutas estão entre osprincipais debates.
A Comissão para a Reorganização,responsável pela preparação dos seminários regionais e nacional éformada pela Conlutas, Intersindical, MTST, MTL, PO e MAS.
Desde o encontro nacional que haviaacontecido no Fórum Social Mundial (FSM) em Belém (PA) no iníciodo ano, alguns temas já eram pontos de concordância, por isso foipublicado o “Manifesto Contra o Pacto Social! Em defesa do emprego,salário e direitos! Patrões e banqueiros é que devem pagar pelacrise! Avançar na construção de uma alternativa unitária”.
A partir desse acordo político, asdiversas organizações que estão discutindo a reorganização têmatuado conjuntamente de norte a sul do Brasil para organizar efortalecer as mobilizações. Lutas contra as demissões e a reduçãodos direitos, contra os cortes no investimento em políticaspúblicas, e tem atuado conjuntamente de campanhas nacionais como oComitê pela Reestatização da Embraer, assim como apoiaram edefenderam a unificação das campanhas salariais desse segundosemestre, que apontaram a necessidade de direções sólidas para omovimento.
"O balanço das campanhassalariais mostrou a possibilidade de maiores vitórias, se houver umaarma de luta sólida e unificada", disse José Geraldo CorreaJúnior, o Gegê, no seminário estadual de São Paulo realizado nasemana passada.
A expectativa é de que os debatessejam ricos e acalorados, assim como foram no seminários regionais.O debate sobre a perspectiva de que os trabalhadores brasileirosvivem um momento único no processo de reorganização do movimentoordena os pontos comuns sobre estratégia e concepção para oprograma de uma organização unitária, e a Conlutas defende que asdiferenças devem ser equacionadas de forma clara e respeitosa, assimcomo os temas sobre os quais será necessário aprofundar adiscussão.
Concepção de organização - O“caráter da nova organização” foi um dos assuntos maispolêmicos nos seminários regionais e com certeza também será noseminário nacional.
Para a Conlutas o processo dereorganização em curso faz parte de um processo histórico daorganização do movimento operário no Brasil cujos três principaismomentos foram a influência do anarco-sindicalismo no início doséculo passado, o papel histórico cumprido pelo PCB (e suascontradições) até o processo do final da década de setenta einício dos anos oitenta, que levou ao surgimento do PT e da CUT e aqueda da ditadura.
“Estamos vivendo um quarto grandeprocesso de reorganização da classe trabalhadora de nosso país,como expressão da experiência com o governo de frente popular, oprocesso de cooptação das direções do movimento de massas, osataques à classe e as rupturas com a CUT. O surgimento da Conlutas éparte deste processo. Avançar na construção de uma central queunifique todos os setores combativos e independentes do governo é odesafio posto agora”, defendeu um dos coordenadores da Conlutas,Atnagoras Lopes, no seminário do Ceará.
A Conlutas defende a concepção de umaorganização sindical, popular e estudantil, capaz de enfrentar arealidade atual, como enfatizou o dirgnete da Conlutas Mauro Puerrono seminário de São Paulo: "Os ataques do neoliberalismo e acriminalização dos movimentos sociais mostraram que é precisocriar uma ferramenta contra este ataque das organizações quedefendem os interesses da classe, por isso devemos unir todos ossetores, pois a fragmentação nos enfraquece".
Mauro acrescentou que a proposta dacentral do mundo do trabalho em que só trabalhadores teriamrepresentatividade, engessa o processo e divide a classe. “Apolêmica em torno do movimento estudantil entrar ou não, deve serdiscutida. Nós defendemos que devem entrar”.
Outras organizações do movimento coma Intersindical defendem que o caráter da organização deve sersindical, do mundo do trabalho, como defendeu Pedro Paulo noseminário de São Paulo: “A intersindical tem uma posição muitoclara sobre a nova central. Ela deve ser uma central do mundo dotrabalho. Nós queremos dialogar com o setor majoritário daConlutas, pois entendemos que se for diferente, pode haver uma duplarepresentatividade. Por este motivo estes movimentos não precisamestar dentro”.
Os estudantes da Assembleia Nacionaldos Estudantes Livres (Anel) defendem a união das lutas e aconstrução de uma central sindical, popular e estudantil,reconhecendo o papel central dos trabalhadores.
O MTST vem chamando a atenção nosseminários regionais da importância da unidade dos trabalhadores emovimentos populares no decorrer das lutas. “Temos a esperança deque conseguiremos nos organizar e formar uma entidade com democraciainterna. A polêmica sobre a inclusão ou não dos movimentos deopressão e estudantil, trás a tona o questionamento sobre se temoso acumulo suficiente, para fazer uma organização em massa”,desabafou Helena dirigente do MTST no seminário de São Paulo.
Redação Conlutas
Desdeel viernes 23 de noviembre el Hospital Larcade de San Miguel, situadoen el noroeste del Gran Buenos Aires, se encuentra en paro por tiempoindeterminado, rechazando el traslado de 14 médicos de los serviciosde Clínica Médica, Pediatría y Obstetricia, a centros de atenciónprimaria del mismo distrito.

Eldecreto que produce los traslados es totalmente ilegal porque lamedida es una manifiesta violación al artículo 53 de la ley 23551(de Asociaciones gremiales) que prohíbe todo cambio de horario y delugar de trabajo a todo trabajador que desempeñe cargos gremiales.Cinco de los afectados son miembros de la comisión directiva deAPUHL, seccional en San Miguel de la CICOP.
Ademásporque modifica horarios y sitios de trabajo sin el consentimiento delos afectados.
Estedecreto es la respuesta a la toma del hospital que se realizó entreel 15 y el 16 de noviembre porque el municipio no había pagado lashoras extras, la extensión horaria, los reemplazos de guardia y lasbecas del mes de agosto a una gran parte de los trabajadores delhospital.
Latoma terminó con un gran triunfo: en menos de 24 horas se pagóla totalidad de los reclamado.
Eltraslado de los profesionales es también un paso más en eldesmantelamiento del hospital con el objetivo de convertirlo en unaempresa privado con el falso rótulo de hospital público.
Eltraslado de estos profesionales significa que en Pediatría, dondehay un faltante de 180 horas médico de guardia, habría 144 horasmenos de consultorio, no habría médicos de sala y sólo un médicopor turno de consultorio externo. En clínica médica quedarían dosmédicos en la sala de hombres para 24 camas y una sola, sin jefe, enla sala de mujeres para la misma cantidad de pacientes.
Lashoras médicas de guardia son la explicación de que en las sieteúltimas semanas no haya habido guardia de pediatría los sábados yun solo pediatra de guardia los domingos que atiende solo la extremaurgencia.
Estose suma al cierre de los servicios de Neumonología de adultos, deCardiología, de Otorrinolaringología (oídos, nariz y garganta), ala renuncia del único Psiquiatra que quedaba en el hospital. A lasuspensión de la atención del equipo provincial de CirugíaVascular por falta de pagos, a la desaparición de la cocina y a lapráctica extinción de esterilización y ropería, servicios queasumió el municipio de Malvinas Argentinas, cobrándolos porsupuesto.
Estaofensiva del gobierno contra el hospital público y gratuito, tieneel objetivo de privatizar el hospital vía la tercerización de losservicios y los contratos con obras sociales. El primero de ellos esel que se ha firmado con el PAMI desde hace tres meses.
Lostrabajadores del hospital pedimos la solidaridad con la lucha quellevamos adelante y que significa la defensa del hospital y la saludpúblicos y gratuitos y la defensa del derecho a la salud para lapoblación de San Miguel, uno de los municipios más pobres delsegundo cordón del Gran Buenos Aires.
Almismo tiempo lo invitamos a participar de la concentración que serealizará el miércoles 28 de octubre a las 11 horas frente alhospital, situado en la Avenida Perón 23-11 de San Miguel.
Adjuntamosuna propuesta de texto para exigir al Intendente municipal laderogación del decrteto.
Asociaciónde Profesionales Universitarios del Hospital Larcade
Delegadosdel Sindicato de Trabajadores Municipales de San Miguel, José C. Pazy Malvinas Argentinas.
26de octubre de 2009.
La Mesa Coordinadora Sindical expresasu pleno apoyo y solidaridad con la lucha que emprenden loscompañeros de la Liga de Obreros Marítimos del Paraguay (LOMP) quereclaman legítimas reivindicaciones del sector fluviomarítimo.

La Mesa Coordinadora Sindical hace suyalos reclamos de los compañeros e insta a todas las organizacionessindicales, campesinas y populares a realizar un acompañamientoactivo y rodear de solidaridad la lucha por las siguientesreivindicaciones:
- No a la mudanza del Puertode Asunción. Por una política para reactivar el puerto;
- No a la discriminación dela Senave a los lancheros para la importación de frutas yhortalizas;
- Por el cumplimiento de laLey Fluvial-Marítima y sus decretos reglamentarios;
- Por el respeto de la zonajurisdiccional de trabajos de los estibadores marítimos otorgada porla Prefectura General Naval;
- Por el cumplimiento delContrato Ley de los Sindicatos de Apuntadores Portuarios;
- Por el cumplimiento de losContratos Colectivos de Condiciones de Trabajo;
- Por el Respeto a laEstabilidad Laboral
- No a la franja costera sinla participación de los actores sociales. No a la creación delParque Nacional que dejará sin techo a miles de compatriotas.
Porque es nuestra obligación brindarSolidaridad Activa y porque la lucha de los compañeros portuarios esla lucha de todas y todos, les invitamos a acompañar la movilizaciónconvocada por los gremios filiales de la Liga de Obreros Marítimos.
La manifestación partirá en botes ylanchas desde el Puerto Sajonia a las 08:00 horas del miércoles 28de octubre y el encuentro central será en Montevideo y Playa a las09:30 horas.
Expresemos nuestra solidaridad activa.El triunfo de la lucha de los compañeros portuarios será el triunfode todas y todos.
Compañeros:
Fraternal saludo el día de ayerrealizamos una gran movilización en la ciudad de Cali, porquevenimos centrando nuestro trabajo en organizar a trabajadores delsector de la Industria de la caña que son alrededor de 20.000trabajadoires subcontratados que viven y trabajan en precariascondiciones, mientras que los ingenios productores de azúcar seestán enriqueciendo con el negocio del Etanol y están utilizandolos alimentos para la producción de COMBUSTIBLES.
La marcha fue todo un éxito paranosotros y en la misma sacamos una pasacalle en favor del conflictode nuestros hermanos de Argentina y otras denunciando la política dela Kraft en latinoamerica.
Si quieren mas informacion al respecto,la pueden solicitar por este medio.
Sinaltrainal Palmira.
COMUNICADO DE PRENSA
Crisis en la o.s.b.a. y elecciones enla bancaria a los trabajadores nos apartan de las decisionesArgentina
La Comisión Gremial Interna del Bancode la Provincia de Buenos Aires (Secc. Buenos Aires) informó hoy quelos verdaderos perjudicados por el escándalo abierto con la ObraSocial Bancaria (OSBA) por casos de corrupción en el manejo demedicamentos “truchos” son los afiliados activos y pasivos queven peligrar su salud actual y su atención futura debido a ladesidia y falta de controles en el Instituto que históricamente fueun ejemplo para todos los trabajadores.
Debería formarse una comisiónintegrada y elegida por los trabajadores de la OSBA, y de losdistintos bancos para llevar adelante la investigación y para poneren salvaguarda la salud de todos los afiliados asumiendo laconducción de la misma. No se puede depositar confianza en unajusticia que durante años hizo “vista gorda” a las numerosasdenuncias acumuladas contra la mala atención y decadencia de laInstitución, y que actuando combinadamente con los sucesivosGobiernos como el actual tampoco obliga a las cámaras patronales aefectivizar los aportes especiales acordados legalmente y queperjudican financieramente la atención de la salud los trabajadores.

La situación se tornó intolerable yla Justicia y el Gobierno Nacional decidieron la intervención de laObra Social Bancaria. Seguramente están evaluando quien paga elcosto mayor ante la perspectiva de comprobarse pacientes que nunca securaron por medicamentos vencidos o apócrifos. Pero laresponsabilidad mayor recae en la conducción de la AsociaciónBancaria, que con sus métodos de organización burocrática yverticalista, amparados por leyes en cuyo diseño los trabajadores noparticipamos y por Ministerios de Trabajo complacientes, ha permitidoque se llegue a esta situación de incertidumbre sobre la salud delos trabajadores.
La Comisión Gremial rechazó ademásque la crisis desatada en la atención de la salud de los bancariossea utilizada como prenda oportunista de campaña ante las eleccionesdel gremio del próximo 23 del Septiembre, especialmente por lossectores que integran la Lista 9 opositora, cuyos líderes másvisibles hasta hace poco integraban el séquito de conducción dela Asociación Bancaria y su control sobre la OSBA. Menos aún cuandoparticipan en un proceso electoral antidemocrático por lasrestricciones impuestas para ser candidato y la imposibilidad de quetodos los empleados bancarios puedan votar no obstante deducírselesaportes de sus salarios destinados a la Asociación Bancaria.
Si bien aclaró que los trabajadoresdel Banco Provincia de Buenos Aires no se verían afectadosdirectamente ya que poseen una mutual de salud propia, se solidarizancon el resto de los trabajadores bancarios, y muy especialmente conlos compañeros del Policlínico Bancario, quienes juntamente con losafiliados miran sin poder intervenir y menos aún son convocados paratomar decisiones. Explicó además que en varias oportunidades laComisión Gremial y su Cuerpo de Delegados acompañaron los reclamosde los trabajadores de la OSBA ante la falta de democratización y unclima represivo y persecutorio que la Gerenciadora supervisada porla conducción del Dr. Juan José Zanola aplica laboralmente,contradiciendo elementales principios éticos sobre las libertades desindicalización para defender derechos y condiciones de trabajo.
La Comisión Gremial concluyó que antelos momentos tristes que atraviesa el gremio, más que nunca estodebe servirnos para reflexionar sobre la importancia de organizarselos trabajadores con absoluta independencia de los partidospolíticos, de las patronales y de toda forma sindical burocrática,y debatiendo democráticamente en cada lugar de trabajo sobre laforma de defender nuestros intereses laborales y futuro como sereshumanos, enfrentando a aquellos que sólo privilegian sus interesespersonales y que poco les importa el bien común.
Mari Chiconi – Secretaria General
16-09-09
PRENSA CGI-CONTACTOS: 15-66643984 Hernán Drago / 15-45589438 Guillermo Osés
COMISIÓN GREMIAL INTERNA BANCO DE LAPROVINCIA DE BUENOS AIRES - SECCIONAL BUENOS AIRES
Directos: 4348-9490 (fax) y 4347-0262Int.: 13288/13567/13400/13569/10262/19490 - Guanahani: 4309-3938int.: 23408/23938
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Nuestra Patria está en insurrecciónno violenta contra el régimen usurpador que asaltó con las armaslas instituciones del Estado el 28 de junio, por lo que ningunaconmemoración independentista bajo esa infame y opresora dictaduragolpista puede ser considerada. Hoy padecemos la misma opresión delimperio español, que por 300 años impuso cruz y espada a losheroicos pueblos, que sobrevivimos a la barbarie.

El pueblo de Honduras está en pie delucha. Hoy celebramos ochenta días de incansable resistencia en todoel país por la restauración de la democracia, el retorno delPresidente Constitucional Manuel Zelaya Rosales y la convocatoria ala Asamblea Nacional Constituyente.
El Frente Nacional de Resistenciacontra el Golpe de Estado constituye la expresión organizada delpueblo hondureño para el ejercicio del derecho a la desobediencia aun régimen despótico surgido de la fuerza de las armas, consagradoen el Artículo 3 de la actual Constitución.
La resistencia al golpe de EstadoMilitar – la más larga en la historia de América Latina – siguecreciendo en forma imparable, a pesar del asesinato, torturas,apresamientos ilegales e innumerables vejámenes impuestos a diariopor la dictadura.
Proclamamos que nuestra lucha comienzacon la restitución del Presidente Zelaya Rosales en el poder,seguida de la convocatoria a una Asamblea Constituyente democrática,incluyente y popular, que emita una nueva Constitución para sentarlas bases de nuestra verdadera independencia económica y social,haciendo que la oligarquía junto con la cúpula política-militarjamás vuelvan a romper el Orden Constitucional sin recibir sumerecido.
El pueblo hondureño en resistenciacontra la violencia de los usurpadores proclama, una vez más, eldesconocimiento del proceso electoral militarizado con que pretendenlegalizar la barbarie del 28 de junio pasado y convoca a la Nación acontinuar rechazando en forma activa esa farsa del Tribunal SupremoElectoral.
En esta fecha, expresamos nuestroprofundo agradecimiento a todos los pueblos del Mundo sus invaluablesdemostraciones de solidaridad en respaldo a nuestra causa. Mientrasnuestra lucha se agiganta, los usurpadores se desploman cercados porla humanidad; el triunfo está próximo.
Frente Nacional de Resistencia contrael Golpe de Estado
15 de septiembre de 2009
Vitória do direito de organização daclasse trabalhadora
No dia 10 de setembro passado foiassinado na 86a Vara Trabalhista do TRT (Tribunal Regional doTrabalho) de São Paulo o acordo de reintegração junto ao BancoNossa Caixa do companheiro Dirceu Travesso, Didi, membro daSecretaria Executiva Nacional da Conlutas e do Movimento Nacional deOposição Bancária (MNOB).

O governo Serra que demitiu ocompanheiro Didi no inicio de maio de 2008, logo depois, fez o ataquedefinitivo contra o último Banco Público de São Paulo, vendendo aNossa Caixa para o Banco do Brasil.
A reintegração foi resultado de umprocesso judicial junto com a campanha onde a solidariedadedemonstrada por vários setores do movimento sindical foi decisiva.
Essas iniciativas, tendo à frente oSindicato dos Bancários de São Paulo, que cumpriu um papeldeterminante, na defesa do direito de organização, contou commoções, atos, várias iniciativas de solidariedade e a negociaçãojunto ao Banco do Brasil que no inicio de 2009 assumiu o controleacionário do Banco Nossa Caixa.
O manifesto encabeçado pelo Sindicatodos Bancários de São Paulo e pela Conlutas que pedia a reintegraçãodo companheiro Didi foi assinado pelas Centrais Sindicais (CUT, CTB,NCS, UGT, Força Sindical, Intersindical) além das representaçõesdos bancários como a Contraf-CUT, a Contec, a Fetec-CUT SP e a FEEBSP-MS e de mais algumas centenas de organizações e ativistas.
A Conlutas agradece a todos os setoresdo movimento sindical, que independente das diferenças, se engajaramnas iniciativas de solidariedade e pela reintegração do companheiroDidi.
Metalúrgicos paralisam por 48 horasapós não haver acordo em audiência
Trabalhadores dos Correios entram emgreve em 27 estados e Distrito Federal
Mesmo depois do Sindicato dosMetalúrgicos do ABC (filiado à CUT) ter fechado de formaprecipitada um acordo rebaixado com as montadoras no final de semana,metalúrgicos de outras regiões seguem em luta para conquistarreajuste salarial maior.

A última proposta apresentada peloSinfavea (Sindicato dos Fabricantes de Veículos Automotores) foi de6,53%, sendo 4,44% de INPC, aumento real de 2% e abono de R$ 1.500.
Na terça-feira (15) após deflagraremgreve no dia 14, os trabalhadores da Honda e da Toyota conquistaram10% de reajuste salarial. O reajuste equivale à reposição do INPCmais 5,32% de aumento real, de fato, o maior já conquistado em todoo país este ano.
Os metalúrgicos da Renault e da Volvo,no Paraná, após paralisações também arrancaram da patronal, 3%de aumento real e abono de R$ 2 mil, conquista também superior aoacordo fechado pela CUT que foi de apenas 2% de aumento real e abonode R$ 1.500.
Na Volvo, a paralisação durou um diae foi encerrada nesta quarta-feira. Já a paralisação dostrabalhadores da Renault teve início desde o dia 3 de setembro,totalizando 13 dias parados.
GM de São José retoma greve nestaquarta
Já os metalúrgicos da GM de São Josédos Campos retomaram a greve na montadora, após assembleiasrealizadas na manhã desta quarta-feira (16). É a terceiraparalisação desde o último dia 10.
Os trabalhadores decidiram pela greveapós ter terminado em impasse a audiência de conciliaçãorealizada no dia de ontem, no TRT de Campinas. A montadora se recusoua aumentar a proposta de reajuste salarial e, pior, demitiu doisdirigentes sindicais. Sebastião Francisco Ribeiro e Eliane dosSantos, foram afastados para “apuração de falta grave” no mesmodia da audiência de conciliação.
Os trabalhadores exigem o atendimentoda reivindicação por aumento real maior e a suspensão dasdemissões dos diretores. Foi reafirmado ainda um chamado aosfuncionários da GM de São Caetano do Sul para que também iniciemparalisações para aumentar a pressão sobre a empresa. Ostrabalhadores de São Caetano também rejeitaram a proposta dasmontadoras na última segunda-feira.
Na audiência de ontem, o desembargadorLuiz Antonio Lazarim, vice-presidente do TRT, determinou que a GM sereúna com o Sindicato para que uma proposta seja levada à novaaudiência marcada para esta sexta-feira, dia 18, às 14h. A GM aindanão se manifestou sobre uma data para a reunião.
Os trabalhadores reivindicam 14,65% dereajuste, sendo 8,53% de aumento real, baseado em diferenças comperdas inflacionárias e aumento da produtividade das empresas.
“Os trabalhadores estão impacientescom tanta provocação. Se não houver avanço nas negociações, aparalisação será por tempo indeterminado”, afirma o presidentedo Sindicato, Vivaldo Moreira.
Para o diretor do Sindicato dosMetalúrgicos de São José e dirigente nacional da Conlutas, LuizCarlos Prates, o Mancha, as lutas dos trabalhadores são um grandeexemplo de resistência e dão força à mobilização.
“Apesar do aumento das vendasregistrado nos últimos meses e do altíssimo ritmo de trabalho queestá sendo imposto, principalmente após as demissões, asmontadoras mantêm uma postura intransigente e querem manter ossalários arrochados. Lamentavelmente, a CUT traiu os trabalhadores efechou um acordo muito ruim, atrapalhando todas as categorias”,disse Mancha.
“Felizmente, os trabalhadores, naluta, estão passando por cima dessa traição da CUT e arrancandoaumentos superiores. Essas conquistas dão força às mobilizaçõesque estão em andamento e a nossa luta continua”, afirmou.
Unificar as lutas
A greve na Volks de São José dosPinhais também continua e já completou 14 dias nesta quarta-feira.Outras categorias também estão em Campanha Salarial pelo país. Éo caso dos trabalhadores dos Correios, da construção civil,bancários e petroleiros.
Trabalhadores dos Correios entram emgreve
Em todo País os trabalhadores dosCorreios decidiram em assembleia, que ocorreu nesta terça-feira, dia15, pela greve por tempo indeterminado. Em São Paulo a assembleiacontou com a presença de mais de 4 mil trabalhadores. O diretor daFentect (Federação Nacional dos Trabalhadores) e membro da OposiçãoNacional da Conlutas SP, Geraldo Rodrigues, o Geraldinho, informouque a paralisação é nacional e mais de 80% dos trabalhadoresaderiram.
A proposta apresentada pela empresa éde reajuste salarial de 4,50%, referente ao índice do IPCA, e foirejeitada pela categoria no último dia 19. “Nós esperamos até odia 15 por uma nova proposta, porém não obtivemos resposta",disse Geraldinho.
Geraldinho alegou que houve enrolaçãopor parte da empresa nas negociações durante dois meses. “Esperamosque com a decretação da greve, as negociações aconteçam e surjamnovas propostas”. Segundo ele, enquanto não houver acordo, ostrabalhadores continuarão parados.
Estão em greve os 27 estados eDistrito Federal. Dos 35 sindicatos filiados à Fentect, 33 aderiramao movimento. As principais reivindicações da categoria são porreposição de 41% das perdas salariais; aumento real linear de R$300,00 para todos; fim das metas, dobras e sobrecarga de serviço;redução da jornada sem redução salários e direitos; fim dasterceirizações e privatização; e não aos Correios S/A, em defesados correios 100% público e estatal.
Novas assembleias acontecerão hoje dia16, em vários estados para discutir os rumos da greve. Ostrabalhadores lutam para que suas reivindicações sejam ouvidas, eque a empresa apresente nova proposta.
Unificação da lutas
Os dirigentes da Conlutas Mancha eGeraldo dos Correios defendem a unificação das lutas das categoriasque estão em campanha salarial.
Para Geraldo a unificação poderá darum salto de qualidade nas mobilizações. “Precisamos mostrar quetrabalhadores de importantes categorias estão dispostos a arrancarsuas reivindicações, por isso terão de ser ouvidos”, disse.
“O momento agora é de unificar aslutas de todos os trabalhadores em campanha salarial. Só assim vamosfortalecer as mobilizações e garantir conquistas", ressaltouMancha.
Compañeros y compañeras,
Estamos viviendo díasdramáticos en nuestra región. En todos los países, lostrabajadores enfrentan una dura ofensiva del imperialismomaterializada en el saqueo y la explotación llevada a cabo por lastransnacionales y las grandes empresas; en los modelos económicosneoliberales aplicados por los gobiernos; en la presencia de basesmilitares de EEUU y ocupaciones militares extranjeras como en Haití;etc.

La situación ahora estarecrudecida por la crisis económica mundial, el capitalismo pararealizar lucros cada vez extiende mas sus fronteras llegando a lasperiferias menos explotadas de América latina y el Caribe. Aunquemuchos gobiernos estén declarando que la crisis ya pasó, lo ciertoes que sus efectos recaen sobre la vida cotidiana de lostrabajadores. Es con las justificaciones de la crisis que se aplicanplanes de reducción de derechos laborales y de capacidad de compraen los salarios de millones de personas.
Esta situación ha llevadoa los trabajadores, de la ciudad y del campo, y demás sectoresexplotados de la sociedad, a luchar con determinación cada vez mayorcontra la explotación a que están siendo sometidos. La resistenciaheroica de los pueblos de América Latina y el Caribe, así como deotras regiones del planeta, como Irak, ha llevado a crisis ydificultades para la implementación de los proyectos imperialistas.
Sin embargo estas crisisno significan la disminución de los ataques o de la explotación.Por el contrario, lo que vivimos es una incesante ofensiva delimperialismo de los EE.UU. y Europa para profundizar aún más elsaqueo de las riquezas y de los recursos naturales de nuestros paísesy de la explotación a los trabajadores, contando para eso con lacomplicidad de nuestros gobiernos. Para lograrlo, criminalizan yreprimen violentamente nuestras luchas. El resultado es cada vez máshambre y pobreza, acompañado de mas violencia y desesperanzas porencontrar un empleo digno en nuestros países que cambian, cada vezmás, a la altura y semejanza de colonias de las transnacionales.
Esta realidad exige unaintensificación de nuestras luchas de resistencia de manera queavancemos hasta pasar a la ofensiva y derrotar al Imperialismo y suslacayos encaramados en los gobiernos de turno. En particular el golpemilitar en Honduras y la formalización de que el imperialismonorteamericano tiene bases militares en Colombia muestra los desafíosque esa lucha debe desarrollar. Por eso, se necesita la unión de lostrabajadores y pueblos de Latinoamérica y el Caribe en un amplioproceso de movilización y de luchas para derrotar a nuestrosenemigos de siempre.
En este cuadro, hay otroobstáculo que tenemos que enfrentar: el hecho que muchasorganizaciones tradicionales de los trabajadores de la regiónabandonaron la perspectiva de lucha de clase y abrazaron el modeloneoliberal, colaborando con los enemigos y abandonando a lostrabajadores y a los pueblos a su propia suerte.
Queda en nuestras manos,por lo tanto, dar pasos concretos en el sentido de unir a la claseobrera y a todos los que quieran luchar, en una perspectiva clara deindependencia de clase, en contra del imperialismo, la burguesía decada país, y sus gobiernos lacayos. Necesitamos unir y coordinarnuestras luchas y esfuerzos, hacer de la pelea de cada sector de lostrabajadores, de cada uno de los países de la región, una única yfuerte lucha general de todos los trabajadores latinoamericanos ycaribeños, para expulsar el imperialismo de Latinoamérica y elCaribe, para abolir definitivamente la explotación y la opresióndel capitalismo y para construir una sociedad igualitaria,socialista. Hay que avanzar, entonces, para construir unacoordinación institucional, sindical y popular, de las luchas de lostrabajadores en toda la región, uniendo las fuerzas de lasorganizaciones sindicales, movimientos sociales y populares, de laciudad y del campo.
Es con este reto que,conjuntamente, la CONLUTAS – Coordenação Nacional de Lutas doBrasil, la COB – Central Operaria Boliviana, BO - Batay Ouvriye deHaiti, la TCC - Tendência Classista e Combativa do Uruguai, la CCURA- Corrente Classista, Unitária, Revolucionária e Autônoma, daVenezuela e la MeCoSi - Mesa Coordinadora del Paraguai convocan a unEncuentro Internacional de carácter sindical y popular deLatinoamérica y el Caribe para establecer una plataforma común deacción y definir un plan de luchas comunes. Y que permita avanzar enla constitución de una Coordinadora Latinoamericana y Caribeña deluchas. Invitamos a participar de este encuentro a todas lasorganizaciones sindicales, sociales y populares, de todos los paíseshermanos, que estén de acuerdo con las líneas generales de estaconvocatoria y quieran sumarse a esta gran movilización de lucha delos trabajadores a nivel Internacional.
El encuentro se realizaráen Brasil, en los días 7 y 8 de julio de 2008. Desde ya, contamoscon la participación de nuestros hermanos de lucha de todaLatinoamérica y el Caribe.
- Por la Nacionalizaciónsin indemnización, y con control de los trabajadores, de losrecursos naturales en Latinoamérica y el Caribe (hidrocarburos,metales preciosos, hierro, agua, biodiversidad, y otros).
- Contra las reformasneoliberales;
- Contra lasprivatizaciones de los servicios públicos, la educación, la salud,la seguridad social, las empresas estatales, etc.
- No al pago de las deudasexternas e internas;
- Contra los TLC (Tratadosde Libre Comercio) en Latinoamérica y del Caribe;
- Por empleo y salariodigno para todos;
- Contra lacriminalización de los movimientos sociales; Abajo la represión alas luchas y organizaciones de los trabajadores;
- Fuera las tropasextranjeras de Haití;
- Fuera el imperialismo deLatinoamérica y el Caribe. Por una verdadera independencia de lospueblos de nuestra región;
- Abajo todas las formasde explotación y opresión del capitalismo en contra de lostrabajadores;
- ¡Viva elinternacionalismo proletario!
Esta convocatoria quedaabierta para ser firmada también por organizaciones que quieransumarse a este esfuerzo.